Antes do
jogo Corinthians x Al Ahly, a ideia para esse texto era destacar os erros do
Corinthians, com a perspectiva de que a partida seria mais fácil, uma vitória
que ia deixar claro todas as características do time vencedor da Libertadores,
invicto.
Mas, muda
tudo! O Corinthians sofreu pressão (e muita) no segundo tempo, criou poucas
chances e não lembrou nem um pouco o campeão da América. Por isso, muderei o rumo
da prosa, e focar nos acertos, já que os erros ficaram bem claros.
Com o
objetivo em mente, uma coisa fica clara. O texto será curto, mais uns três parágrafos
e posso encerrar as considerações sobre o que o time do Brasil no mundial fez
de produtivo. Resume-se a dois pontos: posse de bola (só no primeiro tempo, é
verdade) e Guerrero.
Na primeira
parte da semifinal, o Corinthians controlou a bola. Perigo não ia passar, pois
não tinha como o Al-Ahly criar jogadas sem a pelota, mas com ela, o time paulista
não atacava. Ter a posse de bola permite o controle do jogo, e mais chances de
fazer um gol, como aconteceu no primeiro tempo.
Gol vindo da
cabeça de Guerrero, o atacante, e outro ponto forte, do Corinthians. Provou ser
letal, quando necessário. Além disso, conseguiu funcionar bem como pivô. Na
outra chance, única da segunda etapa, com um chute de Paulinho marcado pelo
zagueiro, o camisa 9 conseguiu segurar a bola dentro da área, girar e dar o
passe para o volante.
Fora isso, o
alvinegro não estava bem, talvez a zaga, eficiente quando preciso. Foram dois
pontos essenciais nesta vitória, mas que não serão suficientes contra o
Chelsea, se este se classificar.

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