12 de jun. de 2013
10 de jun. de 2013
7 de jun. de 2013
Tony Parker no soar do gongo
Eu não consegui ver o jogo ontem, mas ainda bem que existe YouTube para tirar um pouco do sofrimento de perder essa grande final. Não é o mesmo que assistir ao vivo, mas pelo menos posso ver o talento desses jogadores em ação, com Tony Parker acertando uma cesta ao soar do gongo para (praticamente) dar a vitória para os Spurs.
Ok, isso acontece várias vezes, acertar no estouro do cronômetro, tudo bem. Mas da forma que foi, lutando, caindo, com a marcação de LeBron James e com a bola saindo da mão dele aos 0,2 segundos, é bom demais.
Primeiro, assista a versão normal.
Em câmera lenta fica melhor ainda.
E se você quiser ver outros momentos no soar do gongo em finais, acesse esse link.
Ok, isso acontece várias vezes, acertar no estouro do cronômetro, tudo bem. Mas da forma que foi, lutando, caindo, com a marcação de LeBron James e com a bola saindo da mão dele aos 0,2 segundos, é bom demais.
Primeiro, assista a versão normal.
Em câmera lenta fica melhor ainda.
E se você quiser ver outros momentos no soar do gongo em finais, acesse esse link.
6 de jun. de 2013
Finais da NBA: eu não arrisco um palpite
Por algum
motivo, eu torço contra o Miami Heat. Não sei se é por ser um time muito
poderoso ou por ter fãs mauricinhos das praias da
Flórida, mas não queria que a maior série de vitórias da história fosse deles,
torci pelos Bucks (não tanto, pois eu sabia que era impossível), pelos os (SANGUENOS OLHOS!!!) Bulls e para o Pacers (quaaase). Mas ao mesmo tempo, a melhor
final que um fã da NBA poderia querer esse ano, levando em consideração ascontusões, era Heat x Spurs. O time das estrelas contra o time mais bem
treinado da liga.
Miami Heat e
San Antonio Spurs devem fazer 5, 6, ou (assim espero) 7 excelentes jogos. Porque
o Miami tem os melhores jogadores e O melhor jogador, e vem com adrenalina
depois de sete disputados jogos contra o Indiana Pacers, e mais, após errar
muito dentro do garrafão, deve ter aprendido como evitar esses erros, e mais
ainda, o último jogo mostrou que eles aprenderam, passeando por cima do Indiana.
O San
Antonio Spurs tem o melhor treinador da liga, que sabe como fazer esse time
funcionar. A franquia só venceu campeonatos com ele, além de nunca perderem nas
finais. E ele terá a companhia de um trio que o ajudou a vencer três títulos:
Parker, Ginobilli e Duncan.
Mas as
coisas podem dar errado, e alguém vencer por 4x0 e tirar a alegria de uma final
de sete jogos. Porque o Miami Heat chegou aos playoffs com um Wade instável,
longe daquele que foi essencial no título da última temporada e na série de
vitórias na temporada regular. O único jogo que ele apareceu de verdade, foi o
último, no jogo 7 da final da conferência Leste. E o Lebron, mesmo decisivo,
precisa dele. Não a toa, esse grande time trabalhou muito para vencer um Bulls
desgastado, machucado, sem suas estrelas. Em Cleveland, quando James teve que
jogar sozinho, a final que ele alcançou foi justamente com o San Antonio Spurs,
e foi justamente o que não queremos: 4x0. Minha opinião, o D-Wade será o termômetro
das finais. Se ele jogar bem, Heat na cabeça, se não, eu vou de Spurs.
No lado do
San Antonio, a idade pode atrapalhar. Em todos os títulos, Tim Duncan foi peça
fundamental, com exceção da última, na qual Parker foi o MVP. Hoje, Duncan não
tem tantos minutos de quadra, e Parker chega às finais com contundido. O francês
chegou a mostrar fraqueza em alguns jogos da série contra o Golden State
Warrios, time de jovens. Até o terceiro dos grandes jogadores do time, Manu,
também já não é mais o mesmo sexto homem. Muitas vezes não conseguiu acertar as
bolas de três, sua principal característica. Os Spurs vão precisar muitos dos
coadjuvantes se quiserem vencer essa série.
Para aqueles
que pretendem apostar em quem será o campeão esse ano, eu desejo sorte, porque
tenho certeza que não há argumentos claros que possam indicar um favorito. A imprevisibilidade
é enorme, mais do que qualquer outra. Mesmo quando a final era Dallas e Heat, o
favorito era o time de Miami, embora tenha perdido a série e ficado com o
vice-campeonato. No ano passado, um time do Heat mais maduro também era
considerado favorito contra um iniciante em finais Thunder. Nesse ano, tudo o
que se sabe é que será um grande jogo.
4 de jun. de 2013
Felipão e os lapsos dos jogadores
O Brasil realmente jogou bem contra a Inglaterra? Tenho
minhas dúvidas, apesar de ouvir quase todos os comentaristas elogiando a seleção.
Claro que o Brasil atacou mais que o time inglês, até porque jogava em casa e
jogava como se valesse três pontos. A Inglaterra jogava como preparação... para
as eliminatórias, se pensarmos que os ingleses não estarão na Copa das
Confederações.
Mas então o que foi o volume de jogo da seleção brasileira,
se não um bom jogo? Eu seriamente acredito que foram lapsos dos bons jogadores.
O Neymar é o melhor do Brasil, o Fred é o goleador no Brasil, o Oscar, Lucas,
Paulinho, Bernard, Hernanes e, sim, o Hulk também é bom.
Nós temos bons, excelentes, jogadores. Quando vão para jogo,
tem grandes chances de fazer boas jogadas, e assim o fizeram contra a
Inglaterra. Quando descia o espírito, o Oscar ia pela direita e fazia grande
jogada, tanto que foi o melhor do primeiro tempo.
O Hulk também jogou bem, embora ter sido injustamente
vaiado. É um jogador com vontade e força, e o futebol ainda é um esporte, e o
esporte ainda exige força física. E ele não é um perna de pau.
Hoje, as jogadas do Brasil não são construídas, são
intuitivas por causa dos jogadores. Os gols não foram ‘nascendo’ aos poucos,
com a pressão. O primeiro se deve ao talento do chute de Hernanes, com o
oportunismo de Fred. O segundo se deve ao talento da velocidade e drible de
Lucas e de Paulinho como surpresa no ataque, sua principal jogada.
Outra prova de um time mal treinado: a defesa. Nós temos o
melhor zagueiro do mundo (Thiago Silva), unido com um dos melhores (David Luiz),
e bons volantes, mas conseguimos tomar gol em todos os amistosos, com exceção
do contra Bolívia, que não, não, não... não conta.
Ao contrário do ataque, que pode surgir com o talento, a
defesa precisa ser treinada, na qual os jogadores agem em conjunto. Se um
jogador sai para marcar, o outro cobre, um zagueiro precisa saber como o outro
atua, e tudo isso precisa ser treinado.
O que deve ser entendido do texto, embora não tenha
mencionado seu nome: o Felipão já não é mais o treinador campeão de 2002.
Agora, ele é o treinador que quer o Paulinho jogando o que joga no Corinthians,
mas sem dá-lo liberdade. Que coloca o Lucas no banco (sim, falei bem do Hulk no
começo. Ele é bom, jogou bem, merece a convocação, mas já está mais do que na hora
do Lucas começar um jogo!). Que não colocou o Marcelo como titular...
E que venha a Copa das Confederações, que deve expor todos
os erros táticos e de formação de time do Brasil, ou que deve consagrar uma
geração de bons, excelentes, jogadores.
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